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Textos com Etiquetas ‘DDD’

Livro sobre Domain-Driven Design de Eric Evans em português

15 de julho de 2009

Em agosto será lançada a tradução do livro Domain-Driven Design: Tackling Complexity in the Heart of Software de Eric Evans, publicado pela Addison-Wesley. Este é o principal livro, e de leitura obrigatória, para quem quer conhecer e aplicar Domain-Driven Design (DDD).

A versão em português, Domain-Driven Design: Atacando as Complexidades no Coração do Software, será lançado pela editora Alta Books com o preço inicial de R$ 85,41.

No site da editora aparece que o livro estará disponível a partir de 31/07/2009, mas de acordo com Anderson Camara da Alta Books, a previsão de lançamento é para 10/08/2009.

No Submarino o livro já aparece no catálogo como indisponível. Você pode cadastrar seu e-mail nesse endereço para ser avisado quando o livro estiver disponível para venda.

Uma coisa ruim é que o livro não terá o mesmo formato de capa dura do livro original. De qualquer forma, é uma ótima aquisição para quem trabalha com arquitetura de software e às vezes prefere ter um material de estudo em português.

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.NET Architects Day 2009

13 de junho de 2009

No próximo dia 27 de junho vai rolar o primeiro evento do grupo de discussão sobre arquitetura de software .NET Architects.

Eu infelizmente não vou, pois estarei em outro evento. Mas Luciano Coelho e Rodrigo Ortiz, que trabalham comigo, irão e poderão nos contar tudo que aconteceu.

Algo interessante é que exatamente todos os assuntos que serão abordados, estaremos utilizando em um novo projeto que irá iniciar no segundo semestre.

Veja o conteúdo das palestras:

Programando com prazer com Domain Driven Design (DDD)
Giovanni Bassi
O Domain Driven Design é uma nova abordagem para desenvolvimento de software. Mas não é tão nova assim. Ela reune melhores práticas de OO e traz uma nova visão a velhos conceitos. Entenda nesta palestra a proposta do DDD, e porque ele pode mudar sua maneira de programar.

Utilizando Injeção de Dependência com Unity (Enterprise Library)
Leandro Daniel
Nessa palestra veremos o padrão de Injeção de Dependência como uma alternativa técnica na construção de aplicações plugáveis, onde se deseja manter a flexibilidade para troca de componentes com menor impacto de manutenção, maior reusabilidade e facilidade na aplicação de testes.

ASP.NET MVC: tome seu HTML de volta
Victor Cavalcante
Nessa palestra veremos o que é o ASP.NET MVC e o que ele não é, como ele funciona, diferenças entre ASP.NET MVC e Web Forms, extensibilidade, testabilidade, criação de templates com T4 e jQuery. A intenção desta palestra é dar informações suficientes para que o arquiteto decida utilizar ou não ASP.NET MVC.

ORM - Sendo preguiçoso com NHibernate
Juliano Oliveira
Nessa palestra você verá os principais pontos que fazem dos frameworks de ORM e do NHibernate ferramentas tão importantes nos projetos, desmistificar seus maiores mitos, os principais recursos, ferramentas de análise (NHProof) e verá também como ser produtivo com o NHibernate.

Testes: garantindo que seu código faz o que você quer
Mauricio Aniche
Entenda porque testes automatizados de software são importantes e quais as vantagens que ele traz para a equipe de desenvolvimento. Veja também na prática que criar testes automatizados é simples, rápido e realmente útil.

O valor da inscrição é de R$ 50,00 e o evento terá aproximadamente 9 horas de duração.
Mais informações você pode ter diretamente na página do evento.

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Frameworks e DDD: Mantendo o modelo limpo, por Tim McCarthy

2 de maio de 2009

“Frameworks and DDD: Keeping the Model Clean” foi mais uma das apresentações que assisti na QCon San Francisco 2008, em que Tim McCarthy mostrou algumas técnicas para desacoplar o modelo de domínio da infra-estrutura da aplicação e ainda sim continuar usando recursos de frameworks em .NET.

Tim McCarthy é autor de .NET Domain-Driven Design with C#: Problem - Design - Solution, um livro que propõe mostrar os passos da implementação de uma aplicação real utilizando DDD. O livro é dividido em módulos, cada um identificando um problema, elaborando o design e implementando a solução.

A idéia é sempre deixar o domínio intacto, somente com o código do coração do software. Se você utilizar as famosas ferramentas de “arrastar e soltar”, vai poluir as entidades do domínio com código de infra-estrutura.

Quando falou a respeito do ADO.NET Entity Framework, o novo framework de mapeamento objeto-relacional da Microsoft, Tim se expressou indignado: “Oh, my God!”. Segundo ele, arrastar e soltar tabela por tabela do seu banco de dados, deixando o Visual Studio gerar um monte de código para você é algo não muito bom para se fazer.

Essas ferramentas de geração de código podem ser uma armadilha para desenvolvedores inexperientes. Para sistemas pequenos, sem grandes pretensões, isso pode ser uma solução rápida e que atende sua necessidade. Mas para grandes aplicações é preciso se concentrar no domínio e eliminar qualquer código que polua suas entidades de negócio.

Não é uma boa idéia criar um modelo de domínio fazendo a relação de uma entidade por tabela no banco de dados. As tabelas do banco de dados pertencem à infra-estrutura do sistema. O seu modelo de domínio deve ser rico e refletir seu negócio, o mais próximo da realidade possível. A partir do seu modelo de domínio é que você constrói uma infra-estrutura de persistência de dados.

A apresentação de Tim McCarthy foi repleta de exemplos reais (e rodando) de código. Num deles, mostrou uma classe de entidade do domínio onde havia uma referência using para o namespace Microsoft.SharePoint. Esse foi um tipico exemplo de entidade de negócio poluída.

Também tivemos um exemplo de utilização de repositórios (Repository), que segundo Tim, são um tipo de abstração da persistência, comparando-os como um tipo de coleção de dados, onde é possível listar, inserir, alterar e remover seus itens. Ele enfatizou que o classes do modelo de domínio podem usar repositórios, mas elas devem estar ligadas somente às interfaces dos repositórios, não acopladas às suas implementações.

Outra parte “prática” da apresentação foi a utilização de injeção de dependência (Dependency Injection) de repositórios nas classes de serviço e alteração do tipo de persistência via arquivo de configuração.

Tim também mostrou a implementação de uma unidade de trabalho (Unit of Work), onde a mesma não conversava diretamente com a base de dados.

A apresentação excedeu 10 minutos do tempo previsto, pois tinha muito código interessante a ser mostrado. Isso só acabou instigando a dar uma olhada no seu livro, que vem com o código fonte de todos os passos de construção de uma aplicação em .NET aplicando os padrões de DDD.

Só não esqueça que todo esse código somente vai poder lhe ajudar se você definir bem seu modelo de domínio, consistente e conciso com a realidade do seu negócio.

Você pode assistir à palestra no site da InfoQ:
http://www.infoq.com/presentations/Clean-Model-Tim-McCarthy

Baixe também os slides da apresentação em PDF neste endereço:
http://qconsf.com/sf2008/file?path=/qcon-sanfran-2008/slides//TimMcCarthy_DotNet_Domain_Driven_Design_With_CSharp.pdf
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Post original:
http://tecblog.locaweb.com.br/2008/11/24/qcon-frameworks-and-ddd-keeping-the-model-clean

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