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[IT Web - Ruby Fundamental] Curso grátis de Rails 4

2 de maio de 2013

Curso de GNU/Linux Iniciante na Anhanguera Educacional de Jundiaí

18 de julho de 2009

Nos dias 6, 8, 13, 14 e 15 de julho participei do Curso GNU/Linux Iniciante que foi realizado na Anhanguera Educacional de Jundiaí.

Quem ministrou o curso foi Marcos Grillo, que decidiu estender a carga horária inicial de 16 horas para 18 horas, para ser possível dar um conteúdo adicional ao que foi planejado inicialmente.

Abaixo segue alguns dos assuntos abordados:

  • Partições;
  • Instalação de uma máquina virtual Linux no Windows com VMware;
  • Comandos shell básicos como pwd, cd, ls, grep, cat, touch, chmod, chown, ifconfig, service, route, su;
  • Utilização do Vim;
  • Utilização do usuário root (sudo);
  • Configuração de rede;
  • Criação de usuários e grupos;
  • Compactação e descompactação de arquivos;
  • Gerenciador de pacotes (RPM);
  • Configuração e utilização do Samba;
  • Introdução ao Nagios (por Paulo Roberto Alves Resende Jr.);
  • Permissões de arquivos e pastas;
  • Servidor FTP;
  • Servidor HTTP.

O curso, que contou com a presença de 22 alunos, foi muito bom. A maior do tempo das aulas foi utilizado com exercícios práticos. Além disso, o investimento foi baixo: 2 parcelas de R$ 35,10.

Alunos do Curso GNU/Linux Iniciante na Anhanguera Jundiaí. À direira, Marcos Grillo.

Alunos do Curso GNU/Linux Iniciante. À direira, Marcos Grillo.

O pessoal do curso até fez um blog, os Discípulos do Pinguim.

Fazer esse curso de Linux foi mais uma das minhas iniciativas de me desvincular um pouco do mundo Windows.

Você pode baixar as apresentações, apostilas e outros materiais adicionais do curso nesse link.

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Curso de Ruby on Rails na Caelum

18 de abril de 2009

Entre os dias 06 e 16 de abril tive a felicidade de participar do curso Desenvolvimento Ágil para Web 2.0 com Ruby on Rails na Caelum. Eu digo felicidade, pois o curso foi muito bom.

Eu sou bastante chato e seletivo em relação a cursos de informática. Na verdade, todos os cursos que fiz até hoje, sempre foram pagos pela empresa que eu trabalhava no momento. Eu sempre preferi um bom livro a contratar um curso.

Mas esse realmente foi diferente. Posso até dizer que foi o melhor curso que participei até então (talvez também porque eu não tenha participado de muitos).

O curso foi ministrado pelo Fabio Kung, que tem uma ótima didática e se mostrou ser um “fuçador” assim como eu. Só para você ter uma idéia, o cara fica fuçando código de compiladores. Acho que ele vai acabar criando um.

O que mais me chamou a atenção do curso vai a ênfase em mostrar como as coisas funcionam por trás dos panos. Toda a “mágica” do Rails foi dessecada e no final das contas o “ator principal” do curso foi o Ruby e não o Rails. Metaprogramação, duck typing, syntax sugar, missing method, mixins, programação funcional, “the Ruby way”, tudo isso foi mostrado de forma clara e entendível, o que tornou muito mais interessante o aprendizado.

Até então, o contato que eu tinha com Rails era um pouco com a sensação de pisar em ovos. Por exemplo, eu sabia como as validações no ActiveRecord eram usadas, mas não sabia como aquilo realmente acontecia. Depois de entender o dinamismo do Ruby, a coisa ficou totalmente clara. Em vários momentos do curso acendeu aquela luzinha do professor Pardal em cima da minha cabeça, com idéias do que eu posso fazer com o poder que o Ruby me oferece.

Agora já consigo vislumbrar um vasto número de possibilidades utilizando Ruby. Entender como as coisas realmente funcionam no Ruby é fundamental para aprender Rails.

É claro que, chato como sou, também não gostei de tudo no curso. A parte que não me agradou foi a utilização do Aptana RadRails como ferramenta de desenvolvimento. Na minha opinião, não deveria ser utilizada nenhuma IDE no curso, apenas um editor de texto. Mas o Fabio Kung deixou livre para que os alunos optassem pelo editor de texto ou a IDE. No final das contas ele preferia que usássemos o editor de texto.

Eu recomendo o curso a todos que queiram aprender Ruby on Rails e que pretendem ir além do básico. Que não querem ser mais um “programador usuário” de frameworks de mapeamento objeto-relacional. Você pode fazer muito mais além do que o Rails tem a oferecer. Quando a ficha cair, você vai parar de usar scaffold e vai descobrir que a mágica do Rails não é tão mágica assim, mas sim é mais um ótimo uso dos poderosos recursos de uma linguagem com tipagem dinâmica, como o Ruby.

Ah, e o meu obrigado à Locaweb que ofereceu o curso para mim e para minha equipe.

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